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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Au Family: Polícia desmente polícia, pra livrar a cara da DEMA. Sucupira é aqui!


Pra Jatene e Zenaldo, bichinhos devem ir é pro olho da rua. Ou virar sabão.


Depois dos protestos nas redes sociais,  devido à ameaça de fechamento do Au Family, a Polícia Civil resolveu distribuir nota de esclarecimento, pra livrar a cara da DEMA, a delegacia estadual de Meio Ambiente. 

A nota chega a dizer que o laudo pericial do Renato Chaves não constatou maus tratos no Au Family. 

É, pode até ser que exista outro laudo. 

Mas a DEMA acusou, sim, o Au Family de maus tratos, como se pode constatar no parecer técnico, em papel timbrado daquela delegacia, que está na página do abrigo. Veja nos quadrinhos. Clique em cima para ampliar:


  

Incrível, né? Além de manipular as estatísticas da violência e de não registrar boletins de ocorrência, a polícia de Jatene agora deu até pra escamotear o que diz em documento dela mesma. 

Note que o técnico sugere a imediata redução do número de animais e, mais adiante, a transferência do abrigo para outro local.

Aí, depois do rebuliço, vem a Polícia Civil e diz mais ou menos assim: “não, a DEMA não manda fechar nada, até porque não dá licença pra nada e o caso vai ser decidido é lá na Justiça”. 

Quer dizer: a polícia chega na tua casa, escreve que estás maltratando animais e poluindo o meio ambiente e tu vais continuar com o abrigo, como se nada tivesse acontecido?

Sério mesmo que a polícia quer que a gente engula todo esse papo furado?

A verdade é que eles não esperavam essa reação da sociedade. 

E, principalmente, não contavam que toda essa confusão deixasse claríssima a irresponsabilidade do prefeito de Belém e do governador. 

O mais interessante é que a nota chega a dizer o seguinte: “A Polícia Civil é sensível à questão do abrigo, e torce para que os responsáveis pelo local encontrem a melhor solução para manter o atendimento aos animais, contudo não pode abrir mão de atender às prerrogativas previstas em lei que, entre outras funções, prever a apuração de possíveis delitos”.

Dá até vontade de mandar pro Sensacionalista, né não? 

Ora, se é tão dedicada às suas funções, então por que é que a polícia não baixa lá no CCZ?

Por que é que a Polícia Civil, com a sua “sensibilidade”,  não apura a negligência, a omissão do prefeito de Belém?

São milhares de animais maltratados e abandonados nesta cidade e neste estado.

Mas a DEMA prefere ir pra cima dos abrigos, tratando seus diretores como se fossem criminosos, quando os verdadeiros criminosos são o governador e o prefeito de Belém.

São eles que torram milhões em propaganda, viagens, assessores, enquanto deixam os abrigos à míngua, funcionando com toda essa precariedade. 

São eles que fazem cara de paisagem diante do abandono e maus tratos dos milhares de animais que vagam pelas ruas.

Na verdade, essa gente devia era erguer as mãos pro Céu, pela existência desses abrigos. 

Porque são os abrigos que ajudam a reduzir os danos dessa omissão criminosa do prefeito e do governador.

Esperemos é que ao menos o Ministério Público resolva agir de verdade, até pela multiplicidade de problemas que essa questão envolve: direitos dos animais, meio ambiente e até graves riscos à Saúde Pública. 

FUUUUIIIIII!!!!!!

........ 

Veja a íntegra da nota da Polícia Civil:

“Polícia Civil presta esclarecimentos sobre postagens nas redes sociais relacionadas a abrigo de animais 

A Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA), da Polícia Civil, vem a público esclarecer, a respeito de postagens nas redes sociais, que não é competência dela determinar o fechamento de abrigos de animais, já que não emite licença para funcionamento desses estabelecimentos. Compete à DEMA apurar denúncias de crimes ambientais previstos na Lei 9.605/98, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. 

No caso do abrigo "Au Family", a DEMA instaurou procedimento para apurar, especificamente, denúncias feitas por moradores da vizinhança do local e encaminhadas à Delegacia, por meio de um abaixo-assinado, registrado no ano passado, em reclamação à quantidade excessiva de animais abrigados no local, do barulho excessivo gerado por eles, além da poluição ambiental e do mau-cheiro exalado pelo abrigo. 

A DEMA solicitou junto ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, a realização de uma perícia no local. A solicitação foi atendida. O laudo da perícia entregue à DEMA, há poucos dias, atesta a poluição ambiental no local, devido ao despejo de afluentes líquidos (lavagem das fezes, urina e restos de comida) diretamente na rede de drenagem da rua, sem tratamento adequado.

Com base no laudo pericial, o delegado Marcos Lemos intimou a proprietária do abrigo a comparecer, nesta quarta-feira, 29, à Divisão Especializada em Meio-Ambiente da DEMA, onde foi instaurado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) por poluição ambiental. O procedimento vai seguir para o Juizado Especial de Meio-Ambiente, do Tribunal de Justiça do Estado.

A DEMA ressalta que o laudo pericial não constatou maus tratos de animais no abrigo. A Polícia Civil é sensível à questão do abrigo, e torce para que os responsáveis pelo local encontrem a melhor solução para manter o atendimento aos animais, contudo não pode abrir mão de atender às prerrogativas previstas em lei que, entre outras funções, prever a apuração de possíveis delitos”. 

E veja o relato do Au Family: 

“Hoje o abrigo sofreu um grande golpe no coração. Sim, um golpe no coração de mãe. É assim que nos sentimos ao voltar pra casa. Depois de tantos anos de luta, de tantos animais retirados das ruas, salvos de tantas situações de abandonos, riscos, maus tratos, atropelamentos, espancamentos, larvas de moscas, violências, até sexuais, hoje a Dema, laudou o abrigo e a proprietária Raquel Viana como praticante de maus tratos. Como vocês podem ver no documento que recebemos, à médio e longo prazo, devemos esvaziar o abrigo. Não temos pra onde levar tantos animais. A realidade é que, com todas as campanhas que fazemos, com todos os pedidos de ajuda nas redes sociais, as adoções não são suficientes. A ajuda não chega como deveria chegar. O que fazer? Abrir as portas? Devolver todos às ruas? Pedir à prefeitura de Belém para que assuma todos? O Ccz está lotado. Mal da conta dos que vivem lá, sabemos da triste realidade que eles também vivem. O animal de produção citado no texto, é o Ozzy, porco PARAPLÉGICO QUE VEIO DE SANTA CRUZ DO ARARI, que após sofrer uma Paulada nas costas e não morrer, ficou sem movimentar-se da cintura pra baixo. Veio junto com os animais de lá, chegou no abrigo pequeno, recebeu uma cadeira de rodas de presente, logo cresceu, aprendeu a latir com os nossos cachorros, a receber carinho, e infelizmente ou felizmente ninguém teve coragem de abater pra virar comida. Não temos um espaço adequado pra ele, precisamos arranjar um sítio ou fazenda pra que ele possa ir, com a garantia que ele possa ter uma vida tranquila e nunca virar comida de ninguém. Mas e os nossos mais de 500 cães e gatos? Quem vai garantir lares pra eles? Alguém pode responder? E o processo de crime ambiental que a Raquel irá responder alguém pode nos responder como vai ficar? E os demais abrigos de Belém, com situações mais precárias que a nossa, também passarão por tudo isso Dema? Vão atrás de todo mundo? Hoje o abrigo fecha as portas e encerra suas atividades. Não nos procurem mais pra resgatar nenhum animal, pedir ajuda pra nada. Não podemos mais ajudar ninguém. Precisamos esvaziar nosso lar com o coração partido”.  

E aqui a reportagem  “Abrigos de animais padecem sem apoio”, do Diário do Pará online, que está publicando boas matérias sobre o caso: http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-372842-abrigos-de-animais-padecem-sem-apoio.html

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Jatene e Zenaldo perseguem abrigos de animais. Au Family fecha as portas. Você apoia políticos assim?





Simplesmente vergonhosa essa perseguição do Governo do Estado e da Prefeitura de Belém aos abrigos de animais existentes nesta cidade.

Hoje, o Au Family, que tem mais de 500 animais abrigados, resolveu fechar as portas porque até de maus tratos está sendo acusado pela DEMA, a delegacia estadual de Meio Ambiente (https://www.facebook.com/abrigoaufamily/).

É muita cara de pau desse governador e desse prefeito, que querem fazer de conta que não são, em verdade, os grandes responsáveis pela precariedade desses abrigos.

Por que é que esses animais estão lá, afinal?

Porque foram maltratados e abandonados sem que o governador Simão Jatene e o prefeito Zenaldo Coutinho mexessem uma palha para abrigar esses animais e punir os responsáveis por tais crimes.

Mas por que eles iriam atrás dessas pessoas, não é? Afinal, elas votam. Assim como votam os vizinhos incomodados pelo barulho, nesses locais.

E quanto aos animais que estão nesses abrigos, e que têm lá o básico, que é comida, carinho, amor, proteção?

Ora, caro leitor, não seja ingênuo!

Mas você acha que dois sujeitos que não se preocupam nem com o ser humano; que deixam morrer até bebezinho em fila de hospital, vão agora se preocupar com cão e gato abandonado?

Eles estão é se lixando se esses animaizinhos voltarem pras ruas e morrerem de porrada ou de fome.

O pirão deles já tá garantido – e o “resto” que se lixe.

E o “resto”, caro leitor, somos todos nós e tudo o que vive nesta cidade.

Os abrigos de animais, mesmo em precárias condições, fazem o que é dever, na verdade, do Poder Público: recolhem esses animais das ruas, dão comida, amor, vacinam e procuram um lar pra eles.

Ou seja, os abrigos agem devido à omissão do Governo e da Prefeitura.

E se não puderem mais funcionar, o que será desses bichinhos?

Ficarão por aí, doentes, famintos, sujeitos a toda sorte de barbaridades, ou serão recolhidos pelo CCZ, para serem sacrificados?

Por que Jatene e Zenaldo, em vez de perseguirem esses abrigos, não os ajudam a funcionar em melhores condições?

Dinheiro pra isso não falta: é só pegar um bocadinho desses milhões que eles torram em propaganda, que num instante todos os abrigos passarão a funcionar em condições infinitamente melhores.

Por que não doam terrenos e constroem instalações, pros protetores de animais tomarem conta desses bichinhos?

Por que é que fazem de conta que não têm nada a ver com esse problema, que é, também, um problema de Saúde Pública?

Afinal, animais abandonados pelas ruas, sem vacinação nem nada, também representam um perigo pras pessoas. E desde quando o governador e o prefeito não têm nada a ver com isso?

O que essa dupla se esquece é que se esses bichinhos não votam, votam aqueles que os defendem.

E esses são cada vez mais numerosos, e em todas as classes sociais.

O mundo evoluiu, apesar de políticos da marca de Simão Jatene e de Zenaldo Coutinho.

E em outubro, quem tiver conhecimento dessa perseguição contra os abrigos, certamente que não votará em sujeitos desse tipo.

FUUUUIIIIIIII!!!!!!!!

Um balanço de 10 anos do blog





Depois de 10 anos de reportagens investigativas deste blog, pensei, pensei e concluí: essa patota do Jatene é tão viciada em maracutaia, que se um dia ficar sem propina vai entrar em crise de abstinência.

Do meu jeito



É bem assim que me sinto, em meio a tantas dificuldades: olho pra trás e vejo que sempre fiz tudo do jeito que escolhi.
Arrependimentos? Alguns.
Mas nada que supere essa sensação de saber que sempre fiz tudo do jeito que eu quis.
Amei, sorri, caí, levantei.
E tudo foi sempre no tempo e do jeito que eu quis.
Andei por muitas estradas, encontrei portas escancaradas.
E também fortalezas que muitos diziam inexpugnáveis.
Às vezes, fechei as portas e escalei as fortalezas.
Às vezes, deixei pra lá a fortaleza e aceitei o mais fácil.
Joguei. Sempre como se fosse o último jogo e dele dependesse até a minha vida.
Estive em cima, estive embaixo. E conheci as gentes e a mim mesma profundamente.
E hoje, se mil vidas me fossem dadas, novamente escolheria vivê-las a me pertencer.



segunda-feira, 27 de junho de 2016

Empresa que paga postos de gasolina de Beto Jatene recebe R$ 214 milhões do Governo do Estado. Postos do filho do governador faturam R$ 5 milhões abastecendo carros do Governo. Dono da Distribuidora Equador é preso pela Lava-Jato. Ministério Público ajuiza Ação Civil Pública contra Jatene. Perereca encontra 5 taxas menores que a da Equador, para gerenciar abastecimento da frota




Mais de R$ 214 milhões, em valores atualizados, já foram repassados pelo Governo do Pará à Distribuidora Equador de Produtos de Petróleo, que administra o abastecimento da frota de veículos do Estado. 

Dois postos de gasolina credenciados pela empresa pertencem ao advogado Alberto Lima da Silva Jatene, o “Beto Jatene”, filho do governador Simão Jatene. 

Eles teriam faturado mais de R$ 5 milhões, abastecendo carros do Governo. 

No final do mês passado, um dos sócios da Equador, o empresário Humberto do Amaral Carrilho, foi preso pela operação Lava-Jato, por suspeita de pagar propina para obter contratos fraudulentos com a Petrobras. 

Carrilho, que nega as acusações, foi citado na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. 

Veja a ordem de prisão do empresário, que a Perereca extraiu do blog do Fausto Macedo, do Estadão (clique no quadrinho para ampliar): 



No início deste mês, o procurador de Justiça Nelson Medrado ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra o governador Simão Jatene; o filho dele, Beto; a secretária estadual de Administração, Alice Viana; e a filial da Equador no Pará. O caso foi noticiado pelo Diário do Pará de ontem, 26. 

Segundo o MP, os postos de gasolina de Beto Jatene, credenciados junto a Equador (o Girassol e o Verdão), teriam recebido mais de R$ 5 milhões, entre 2012 e 2014. 

O Verdão, que fica na Doutor Freitas, em Belém, foi o mais beneficiado. Dele também é sócio o cidadão Ricardo Augusto Garcia de Souza, que é marido de Izabela Jatene, a outra filha do governador. 

Veja os sócios do Verdão, segundo o site da Receita Federal: 



Os sócios do Girassol: 




 A ACP de Medrado:

  

E veja quanto o Governo Jatene repassou, ano a ano, à Distribuidora Equador. 

Repare que o pique de repasses (em valores atualizados) foi no ano eleitoral de 2014. Além disso, as investigações do MPE sobre esse contrato começaram no final daquele ano, levando, também, a que os ganhos dos postos de Beto Jatene despencassem, em 2015. 

Em valores históricos: 
2011: Zero 
2012: R$ 17.577.399,67 
2013: R$ 42.755.771,57 
2014: R$ 49.445.485,15 
2015: R$ 51.797.081,39 
2016: R$ 26.713.378,35 (até 24/06) 
Total: R$ 188.289.056,13 

Em valores atualizados (IPCA-E Maio/2016) 
2011: Zero 
2012: R$  23.008.088,46 
2013: R$ 52.904.865,71 
2014: R$ 57.492.312,63 
2015: R$ 54.612.558,37 
2016: R$ 26.713.378,35 (até 24/06) 
Total: R$ 214.731.203,52 



Taxa de administração adubada
 
Carros do Governo abastecem nos postos do filho de Jatene. As fotos são do DOL


No governo da petista Ana Júlia Carepa, quem gerenciava o abastecimento da frota estadual, também efetuado com o pagamento através de cartões magnéticos, era o Banco do Estado do Pará (Banpará), que não cobrava taxa de administração. 

Mas, em 2011, a Secretaria de Estado de Administração (Sead) realizou o Pregão Eletrônico 16/2011 e passou a remunerar o serviço. 

No edital do Pregão, a Sead previu o pagamento de uma taxa de gerenciamento de até 3%, em um Registro de Preços (sistema para a compra de mercadorias e serviços) tentador: a estimativa era que o consumo de combustíveis da frota estadual ficasse em mais de 24 mil litros, ou quase R$ 66 milhões, para 24 meses – o equivalente, em valores atualizados, a quase R$ 92 milhões. 

Veja no quadrinho: 



Mesmo assim, apenas duas empresas participaram da licitação: a baiana Nutricash e a filial paraense da Equador, que acabou vencendo a disputa, com uma taxa de gerenciamento de 2,883% (ou R$ 1,9 milhão, para dois anos). 

Veja a Ata de Registro de Preços: 



A Equador integra um grande grupo empresarial do setor de combustíveis, que engloba, entre outras, as empresas Dislub e Petrocard. 

O Pregão da Sead-Pa aconteceu em 19 de outubro de 2011. 

Mas, em 17 de novembro daquele ano, a Petrocard venceu o Pregão 371/2011, para prestar o mesmíssimo serviço ao Governo de Rondonia, com uma taxa de administração de apenas 0,5%. 

Veja a proposta da Petrocard no Pregão de Rondonia: 





Em 20 de dezembro de 2011, o Tribunal de Justiça do Amazonas realizou o Pregão 00028/2011, para o mesmo serviço. A previsão era de um Registro de Preços de meio milhão. Mesmo assim, participaram quatro empresas (entre elas a Petrocard), que ofereceram taxas de gerenciamento de zero a 1%. 

Veja no quadrinho o Pregão do TJ do Amazonas: 



Agora em junho, o Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte realiza o Pregão Eletrônico 02/2016, porque decidiu não renovar o contrato da Petrocard. Motivo: o TRT considera que a taxa de administração de 2,79% está muito acima do mercado e a empresa se negou a reduzi-la. A empresa que está vencendo, a Goldi Serviços, oferece taxa de 0,46%. 

Veja a reclamação do TRT quanto à taxa da Petrocard: 




No Tribunal Regional Eleitoral do Pará, o contrato com a Petrocard prevê uma taxa de serviço de apenas 0,01%. 

Veja aqui: 



No Pregão Eletrônico 001/2015, realizado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará, a Petrocard ofereceu taxa zero. 

Veja aqui: 


E aqui:



Segundo o Diário do Pará, além dos 2% que cobra, atualmente, do Governo do Estado, a Equador ainda recebe 3% dos postos credenciados. 

Veja o resumo da ópera: 

Taxa de administração inicial da Sead-Pa: 2,883% 
Mesma taxa no Pregão do Governo de Rondonia: 0,5% 
Mesma taxa no TJ do Amazonas: Zero 
Mesma taxa no TRT/RN, que resolveu não renovar o contrato: 2,79% 
Mesma taxa no TRE/PA: 0,01% 
Mesma taxa no TJE/PA: Zero 

Precisa dizer mais? 

Leia as reportagens da Perereca: 

Fortuna da família do governador Jatene pode chegar a mais de R$ 40 milhões: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2014/10/fortuna-da-familia-do-governador-simao.html 

17 parentes de Jatene em cargos comissionados ganham quase R$ 3 milhões por ano: http://pererecadavizinha.blogspot.com.br/2016/06/17-parentes-de-jatene-em-cargos.html 

Veja os documentos extraídos do portal da Transparência, mostrando o dinheiro repassado à Distribuidora Equador: 

2011: 


2012: 


2013: 



2014: 


2015: 


2016: 



A ata do Pregão 16/2011, da Sead: 




O registro da Equador(matriz) na Receita Federal: 


O registro da filial da Equador, em Belém, na Receita: 

O registro da Petrocard, na Receita: